Você ainda tem político de estimação?

Agora que a poeira já baixou, e eu imagino que a maioria já entendeu que político não é herói, (espero) resolvi analisar os reflexos que essa “guerra virtual” causou aqui “pras tantas” do velho oeste paulista, então, seja você Lulista ou Bolsonarista. Petralha ou bolsominion, mortadela ou coxinha… Não fique bravo, fique curioso e analise comigo.

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Se eu fosse um cara mais econômico com as palavras, a matéria teria somente essa charge, que já diz tudo para o bom entendedor. No máximo eu colocaria um título, do tipo “Quem defende politico é um asno” (mas eu poderia ofender os asnos). Enfim, como nunca economizei opiniões… segue a “treta”!

Sendo sincero, eu nunca fui com a cara do Bolsonaro e tenho meus motivos particulares para isso, mas o que me incomoda mesmo são suas idéias, ou melhor, a isenção delas. É impossível falar do “Capetão,” sem lembrar do antipetismo que foi instaurado durante as eleições de 2012. Jair, é um subproduto da incapacidade do PT que foi promovido pelas intolerantes redes sociais e claro, pelo fenômeno das fake news. Ele triunfou num ringue político inédito e ate então, desacreditado, algo que até hoje tira o sono de estrategistas e cientistas políticos.

E antes que eu seja chamado de “petista”, quero deixar claro que tão pouco gosto do Lula ou do que se tornou o partido dos trabalhadores. No inicio, eu até tinha uma empatia por eles, mas há tempos eu vinha alertando sobre as atitudes erráticas, principalmente do governo Dilma. Aliás, fazer oposição ao governo é o minimo que se espera de quem entende um pouco a podridão do sistema. Estranho, é fazer oposição à quem não está mais no governo, ou ir pras ruas contra quem perdeu as eleições. Enfatizo isso, pois, é só falar do “Mito” que já ouço: “mas e o Lula, mas e o PT?”

Lula está preso babaca, e eu também queria estar comemorando isso, mas ficou muito claro que a condenação de Lula foi política. Eu não tenho duvidas que ele afanou, assim como não tenho duvidas que nosso prefeito e outros políticos também afanaram, isso é sistemático. Mas e as provas, quem tem? Imagino que a tese do Juiz Sérgio Moro, até fazia algum sentido na época, mas tais provas, só seriam suficiente para condenar um político brasileiro, Lula!

E isso nem sou eu que estou falando, não tenho a mínima capacidade de analisar um processo complexo como esse, quem tem, são os juristas internacionais que ao lado da “OAB” montaram uma comissão que reavaliou o julgamento do caso “triplex” e chegaram a conclusão que a condenação tem interesses políticos, sim!

Afinal, se Lula estivesse na disputa de 2018, Bolsonaro jamais ganharia. Ele só não disputou porque foi impossibilitado por um Juiz que em troca, foi premiado com um super ministério. A imprensa internacional deu destaque negativo a essa nomeação, pois ficou claro que havia troca de favores.

Hoje, Bolsonaro segue driblando uma oposição fora de forma e desleal, algo que nem seria tão difícil, se não fossem as “caneladas” dele, né? O “Mito” poderia aproveitar do populismo conservador que o elegeu e abranger seu legado respeitando a diversidade brasileira, que é uma das nossas principais riquezas… mas não, ele não consegue, pois, ser sexista, intolerante e racista, não era apenas uma tática de campanha, ele realmente é assim!

E pior, ainda abriu ataque contra a educação, universidades, aposentados e trabalhadores, permitindo que a economia fosse pro brejo de vez. Para seus fãs, a culpa é do PT (claro) que já está fora do governo desde 2016. Bolsonaro não sabe lidar com a economia brasileira, aliás, ele já havia avisado que não entendia nada sobre isso. Então, do que ele entende? Não sei, mas está desesperadamente tentando promover suas ideologias próprias, ao invés da pluralidade.

Ou seja, hoje, fazer oposição ao governo ficou muito fácil, ele dá tudo o que seus rivais querem, ele municia o populismo radical de esquerda que Lula e seus partidários se apropriaram indevidamente. Por outro lado, Bolsonaro perdeu seus apoiadores neutros, restando apenas a ala extremista, e é de lá, dos robôs virtuais, que ainda emana o barulho localizado que ele perderia, caso, seguisse meus conselhos e flexibilizasse suas atitudes.

Aqui em NH esse embate já tem lado definido de berço, são poucos os progressistas que defendem a democracia. Como toda cidade pequena do interior, somos na maioria, conservadores, eu diria até… xucros! (no bom sentido) Lembro que meu finado pai, por exemplo, detestava Lula, Brizola, comunistas… etc. Ele era dessa safra, Olavo de Carvalho que nunca leu um livro de história e acredita em terra plana. Meu pai, nunca acreditou que o homem chegou na lua realmente. Acho até que se naquela época já existisse a teoria da terra plana, ele provavelmente acreditaria também.

Eu ria, achava que o velho estava pirando, mas hoje percebo o quanto cresceu essa predisposição em evitar mudanças e em não respeitar pensamentos adversos, aliás, sempre existiu e pode ser chamado de “orgulho em ser ignorante.”

Continuo rindo, pois afinal, essa é a graça da democracia e da livre expressão, da qual, Bolsonaro e Lula abusam iludindo pessoas que ainda não entenderam, ou não querem entender, como a maquina realmente funciona.

Eu proponho partirmos da máxima que, nenhum político é herói, muito menos mito. Todos são suspeitos e cúmplices de crimes lesa humanidade, mas sabe o que é ainda pior do que defender políticos? – É clamar pelo fim do direito de escolha, pelo fim da pluralidade de ideias, sugerindo que democracia é ruim, quando na verdade, a democracia é tudo o que nos resta e é o suficiente.

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Dengue está fora de controle em NH

CUIDADO – Novo Horizonte está passando por uma epidemia de “Dengue,” estima-se mais de 500 casos positivos! Nos próximos dias, o prefeito deve anunciar “situação de emergência” já que, muitos postos de saúde estão fechados, e a Secretaria de Saúde improvisou na Santa Casa, um ponto de atendimento exclusivo para os casos suspeitos de dengue. O problema é sério, conterrâneo, cuide do seu quintal, fiscalize seus vizinhos e informe-se, conhecendo os principais mitos e verdades a respeito do Aedes aegyptidengue


1 – AR CONDICIONADO E VENTILADORES MATAM O MOSQUITO – MENTIRA!
Quando se usa o ar condicionado a temperatura e a umidade baixam, isso inibe o mosquito. Ele tem mais dificuldade para detectar onde estará a possível vítima de sua picada. Porém ele não morrerá. Estes aparelhos apenas espantam o mosquito que poderá voltar em outro momento quando eles estiverem desligados.

2 – PARA MATAR OS OVOS DO MOSQUITO BASTA SECAR OS RESERVATÓRIOS DE ÁGUA PARADA – MENTIRA!
Não é apenas o simples ato de secar os reservatórios de água parada que irá impedir o mosquito da dengue de se reproduzir. É preciso limpar o local também, pois o ovo ainda pode ser manter “vivo” por mais de um ano, mesmo sem água.

3 – REPELENTES SÃO FUNDAMENTAIS NO COMBATE À DENGUE – MENTIRA!
Repelentes, velas de citronela ou andiroba, ao contrário do que muita gente pensa, não têm muito efeito no combate à dengue, pois têm efeito indeterminado e temporário.

4 – TOMAR VITAMINA B AFASTA O MOSQUITO – MENTIRA!
Apesar de ser verdade que o mosquito é atraído de acordo com a respiração e o gás carbônico exalado pela pessoa, a ingestão de vitamina B – alho ou cebola também – (que têm cheiro eliminado pela pele) não é uma medida eficaz de combate à dengue.
Tomar vitamina B pode afastar mosquito, mas isso não dura muito e também irá variar de acordo com o metabolismo de cada pessoa, podendo até não ter efeito algum.

5 – QUALQUER PICADA DO MOSQUITO TRANSMITE A DOENÇA – MENTIRA!
Primeiramente é necessário que o mosquito esteja contaminado. Além disso, cerca de metade das pessoas picadas não desenvolvem a doença. Entre 20 e 50% vão desenvolver formas subclínicas da doença. Ou seja, sem apresentar sintomas. Mesmo assim, é importante em caso de dúvida ou qualquer suspeita procurar o posto de saúde mais próximo.

6 – BORRA DE CAFÉ NA ÁGUA DAS PLANTAS MATA OS OVOS DO MOSQUITO – MENTIRA!
Não há comprovação de eficácia da borra de café na água das plantas. Pelo contrário, já foi verificado na prática que a larva do Aedes aegypti se desenvolve na água suja de borra de café. Ao invés disso, tente eliminar os pratos dos vasos, ou coloque areia até as bordas deles de forma a eliminar a água. Lave também os pratos com bucha e sabão semanalmente. Isso sim é eficaz contra a dengue.

7 – AS LARVAS DO MOSQUITO SÓ SE DESENVOLVEM EM ÁGUA LIMPA – MENTIRA!
Os ovos do mosquito também podem se desenvolver em água suja e parada. Hoje se discute até se as fêmeas do Aedes têm realmente a preferência pela água limpa. Então para combater a dengue, o importante é acabar com qualquer reservatório de água parada, seja limpa ou suja.

As informações listadas aqui foram divulgadas pela Secretária de saúde do Estado de São Paulo.

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Zé Natal e o Bonsai novorizontino

Hoje quero falar sobre Bonsai, superação, persistência e respeito à natureza. Para quem não sabe, Bonsai, é aquela arvore miniatura típica do Japão. Pode parecer um assunto distante, mas acredite, não é. Essa semana me deparei com uma publicação transformadora em todos os sentidos, protagonizada por Zé Natal, um cidadão novorizontino, que hoje, terá voz no NH News.

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Olá colegas do mundo do bonsai, especialmente os companheiros do grupo Bonsai Easy, sou José Natal Torsani, tenho 56 anos e moro em Novo Horizonte, interior do Estado de são Paulo. Sou mais conhecido pelos amigos como Zé Natal e sou surdo.
Desde pequeno convivi com a natureza, visto que meu pai plantava roça e morávamos no sitio. Cresci em meio a plantações de café, arroz, feijão, pomares e hortas, plantando toda semente que encontrava e assim, descarregava as energias negativas, cuidando de plantas em vasos.

Comecei na década de 80, com as orquídeas, mas desde pequeno já me dedicava a entalhar madeira, desenhar e modelar argila, sendo que, hoje tenho uma atelier e vivo dos meus trabalhos como escultor.
Como todos, meu primeiro contato com o bonsai foi no filme Karatê Kid. Precisamente no ano de 1996, eu participava da Expo Agropecuária de Fernandópolis, cidade onde eu morava e lá, tinha uma banca de Bonsai, não me lembro exatamente de que região era, só sei que as pessoas eram de Minas Gerais.
Foi o meu primeiro contato com árvores miniaturizadas. Com o passar dos dias, fiz uma troca, esculpi uma placa em madeira em troca de um bonsai no vaso de pedra sabão. Uma mudinha de pinheiro que o “bonsaista“ disse que era para aguar somente uma vez por semana. Como aqui na minha região faz quase 40 graus na sombra, claro que não segui esse conselho, mas mesmo assim a planta sobreviveu apenas uma semana.
Comecei a buscar informações sobre os Bonsais, para poder estudar, mas não encontrei, então, numa viagem me deparei com uma revista na banca da rodoviária, era “O Universo do Bonsai nº 2,” do nosso querido Marcelo Miller, pedi ao meu irmão que entrasse em contato com a editora e consegui adquirir as outras edições.
Comecei estudar e praticar, mesmo sem ferramentas próprias, adaptando as que eu usava nas esculturas, fiz vasos de cimento e usei pias velhas de resina, as quais uso até hoje como vaso de treinamento.

No ano seguinte, meu irmão conseguiu pra mim o livro “Cultivando Bonsai no Brasil,” do Fábio Antakli Noronha, que veio agregar mais conhecimento e diversidades de técnicas.
Nessa época ainda não se tinha acesso à internet, o mundo era outro e as informações não circulavam a velocidade da luz, como é hoje. Uma revista ou livro encontrados eram um achado espetacular e eu os lia e relia, até que decorava cada frase…

Em 2005 tive o prazer de conhecer Eduardo Mizuno e sua mãe D. Junca, que de bom grado me deram valiosas orientações em pouco tempo de conversa. Sou surdo, mas tenho leitura labial e se o interlocutor tiver calma ao falar, consigo entender tudo.
Em 2007 me mudei para São Paulo e posteriormente conheci o Inar dos Santos Mosca, pessoa maravilhosa, onde passei a frequentar seus encontros e aprimorar meu conhecimento.
Sempre tive vontade de fazer cursos avançados, mas devido a surdez e também por questões financeiras, não consegui ainda. Graças ao Eduardo Mizuno, tive o privilégio de conhecer o saudoso mestre Hidaka, que me disse, bem devagar:

– Espere sempre a árvore te pedir o que ela quer ser, você pode querer fazer determinado estilo, mas se não seguir o que “ela quer“, você perde seu tempo.

Minhas plantas são quase todas resgatadas de caçambas e de terrenos em limpeza e continuo praticando, agora, com o auxilio da internet, das pessoas dos grupos de estudo, e com mestres dispostos a passar seus conhecimentos, ficou mais fácil aprender.

Não precisamos gastar, comprando ferramentas caras e plantas difíceis de cultivar, pois improvisar, também é uma arte. Precisamos que os novatos, nesse mundo maravilhoso do bonsai, se dediquem mais ao estudo da arte. Ninguém nasceu sabendo, até hoje eu estudo e pesquiso sobre esculturas, mesmo sendo escultor a mais de 30 anos. Quero me levar na arte e conseguir produzir trabalhos com qualidade e beleza.

Bonsai é arte que se desenvolve com o tempo e muita dedicação. É a arte do crescimento interno e respeito à natureza. Da valorização espiritual e convívio com pessoas do bem.
Agradeço ao Sergio Batalini pela oportunidade de contar minha história com essa arte maravilhosa.

Namastê.

Esse é Zé Natal, um camarada cheio de talentos, mãos habilidosas com a madeira, com as pedras, com as plantas e com a vida. Ele deixou de morar na roça, mas a roça não deixou de morar nele, pois mesmo na cidade, guarda consigo a leveza, a paciência, a humildade e a sinceridade das boas pessoas deste nosso querido Brasil. Estudioso e dedicado, esse artista novorizontino chamado Zé Natal, tem se destacado em todo Estado de São Paulo.
Parabéns e muito obrigado, Zé Natal, por fazer parte da nossa história.

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Existe vida inteligente?

Essa semana o presidente Jair Bolsonaro anunciou corte nos cursos profissionalizantes de humanas, especificamente, Filosofia e Sociologia. Eu, adoro Filosofia, a arte de fundamentar questões relacionadas a natureza da existência humana, e essa atitude contestável do presidente, floresceu em mim a necessidade de falar sobre isso… “Bóra” filosofar?

A minha teoria filosófica preferida, entre tantas, é sobre a vida, mais especificamente sobre “vida inteligente em outros planetas.” Isso envolve ciências exatas também, mas dentro da minha limitação, prefiro ficar apenas nas questões filosóficas.

É um pouco desanimador saber que nas proximidades da Via Láctea, onde a Terra se encontra, está praticamente descartada a possibilidade de que exista vida inteligente. Provavelmente exista vida, mas não vida inteligente. Essa, precisa de condições especificas para se desenvolver, entre outras, o planeta estar próximo de um “sol,” por exemplo, numa distância correta que permita o desenvolvimento da vida inteligente.

Encontrar “sóis” na Via Lactea é moleza para os Astrônomos, pois são estrelas gigantescas, logo, é relativamente fácil analisar a distância dos planetas em seu entorno e, ainda não existem vestígios de vida inteligente na nossa galaxia.

Porém, a Via Lactea é apenas uma galaxia e no Universo, existem trilhões de outras galaxias, é impossível, imaginar que em algum lugar nessa imensidão, não exista vida inteligente. Mas é também impossível chegar até lá. A não ser que exista um atalho. E teoricamente o atalho existe, ele se chama “buraco de minhoca.” Se um dia encontrarmos um desses na Via Láctea, teríamos a possibilidade de cruzar o universo e quem sabe, chegar do outro lado, no “multiverso!”

Excitante, não?

A humanidade esta consumindo todos os bens naturais e logo matará a Terra. Isso não é ficção, esta acontecendo, é uma triste realidade. A expectativa é que os filhos dos nossos netos sofrerão os primeiros efeitos mortais em massa, dessa devastação.
No século XXII, prevejo expedições desesperadas em busca de fendas espaciais, ou  se preferir, “buracos de minhoca,” mas talvez já seja tarde para a raça humana. E talvez você possa estar se perguntando, mas porque não começamos essas expedições desde já, afinal, o homem chegou na Lua!
O problema é que hoje, o deslocamento espacial é algo muito lento, chegar em Marte, por exemplo, demora cerca de um ano e viagens longas, causam problemas ósseos devido a falta de gravidade, além de torturar os astronautas psicologicamente.

Então, estamos fadados a morte? Não, calma. Já começamos um plano B, que é fazer o nosso próprio “buraco de minhoca” através da manipulação da energia atômica/nuclear. Essa pesquisa existe e vale lembrar que é bem perigosa. 

Essa mesma energia atômica, também pode tornar realidade as viagens à velocidade da luz, como aquelas que vemos em Star Wars, apesar de não ser tão simples quanto parece nos filmes, pois o deslocamento espacial na velocidade da Luz, interferiria no tempo/espaço, causando distorções temporais, seria como um ensaio para a maquina do tempo. Mas independente disso – como nossas frágeis carcaças humanas suportariam uma jornada à velocidade da Luz?

São mais duvidas do que soluções, e repito, o tempo é curto.

Sabe o que é ainda mais intrigante nisso tudo? Essa busca por um planeta habitável, com as condições ideais para a vida inteligente, pode ser também a busca de outras civilizações extraterrestres. Se um dia encontrarmos ou criarmos um “buraco de minhoca” nas proximidades do Sistema Solar, tanto, ele poderia nos levar, quanto poderia trazer visitantes inusitados.
Você sabia que existem teorias que a raça humana é descendente de exploradores interplanetários, filhos de antigos astronautas extraterrestres que chegaram até aqui e ficaram?
Ou, chegaram aqui, dominaram os nativos e misturaram-se?
Ou simplesmente já estavam aqui antes da gente?
Ou melhor, estão conosco, vivendo em uma dimensão paralela?
Se você gosta dessas teorias filosóficas de “humanas,” pode ficar tranquilo, nem Bolsonaro, nem ninguém conseguirá deter a evolução, pois ela é eminente. No máximo esses políticos conservadores e capitalistas adiantarão o tempo de devastação da Terra e isso pode ser fatal, principalmente quando falamos de tempo/espaço.

Para finalizar, queria dizer que os filmes de ficção cientifica são os meus preferidos, e se você quiser aumentar o grau filosófico desse papo, assista “Interestelar” (2014) e durma bem… se puder 👀

 

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O curioso caso da escola Nilva Dalbelo de Lima

Esses dias me meti numa confusão daquelas – meu filho de 7 anos foi transferido para uma escola pública em obras. Ao perceber o descaso com as crianças, procurei informações, mas encontrei apenas desculpas. Uma coisa é defender políticos por interesses financeiros, outra coisa é colocar crianças em risco para defender políticos. Comprei a briga mesmo e faria tudo de novo se fosse necessário.

escola em obras

Muitos acompanharam essa saga, fiz algumas lives no Facebook explicando o que estava acontecendo, mas se você não viu, de boa, eu te explico:

6 anos atrás, a prefeitura de Novo Horizonte começou alugar barracões na avenida Domingos Baraldo ao lado do antigo “ponto de pilão.” A ideia era montar uma escola municipal improvisada. Até ai tudo bem, o grande problema é que aquele local alaga durante a época de chuvas e na última vez que isso aconteceu, crianças correram riscos, foi um “Deus nos acuda!” Então, evacuaram a escola as pressas.

Enquanto isso, uma outra escola no Residencial Parque Honório Roncoleta, uma obra do governo federal, continuava inacabada, mesmo com o prazo estourado. Até aí tudo bem também, afinal, todas as obras publicas infelizmente sempre atrasam. O grande problema foi a prefeitura transferir 500 crianças para essa obra.

Uma dessas crianças, era o meu filho, Samuel. Ao chegar com ele na escola, percebi que o local não tinha a menor condição de receber crianças, até fios elétricos estavam expostos, então, fiz o que achei necessário, afinal, eram crianças.

Debati com comissionados da prefeitura que tentavam defender seus cargos, enfrentei pseudo jornalistas e pior, precisei enfrentar até, pais e mães de alunos desinformados que se quer conhecem seus direitos ou as obrigações do estado. Respeito todos, mas não podemos ser reféns da ignorância.

Acompanhado de um grupo de pais, fui até o corpo de bombeiros e descobri que a escola não tinha se quer alvará, logo, descobrimos que também não tinham o parecer da engenharia e por fim, no Ministério Publico, onde fizemos uma reclamação formal, todas essas irregularidades foram confirmadas.

Era um escândalo comprovado, principalmente por se tratar da educação, o único setor publico que até então “funcionava” em NH. Tudo foi divulgado nas redes sociais, mas a imprensa local, calou-se como sempre e quando falou, foi para defender os políticos que apoiam.

O único veiculo que divulgou o escândalo, foi a TV Tem, mas mesmo assim, repito, mais de 500 alunos continuaram estudando na obra. Para piorar, um vereador fanfarrão que se diz defensor do povo e usa uma rádio comunitária para defender seus interesses partidários, tentou me chamar a atenção para assuntos políticos, quando minha única intenção, nesse caso, era defender a integridade do meu filho. Indignado, fiz uma resposta publica ao vereador, mas ele nunca me respondeu.

Por fim, minha esposa e eu preferimos deixar nosso filho em casa até que as obras se adiantassem e nessa ultima semana estive presente na primeira reunião de pais da escola Nilva Dalbelo de Lima, onde, o clima de tensão e constrangimento era evidente.

Tenho certeza que quando essa escola estiver pronta, será a melhor de Novo Horizonte, aos poucos a confiança da minha família será retomada, mas esse triste episódio precisava ficar registrado para que erros como esses não se repitam no futuro. Hoje, quase 40% do dinheiro arrecadado no município vai para a educação.

Uma coisa é defender políticos por interesses financeiros, outra coisa é colocar crianças em risco para defender políticos.

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Resposta da Secretaria de Saúde de NH

Se você acompanha o NH News, sabe que, semana passada eu publiquei uma grave denúncia sobre o departamento de Saúde publica de nossa cidade e deixei o próximo episódio, no caso, esse aqui, disponível para esclarecimentos dos responsáveis. Pois bem, em respeito aos moradores de Novo Horizonte, segue a resposta que recebemos…

resposta saúde

Nada, ninguém da Secretaria de Saúde ou da Diretoria de Comunicação quis falar sobre as denúncias do último NH News. Eu fiz questão de estar presente em uma reunião onde todos os responsáveis também estavam, mas mesmo assim, nada me foi esclarecido.

Quem cala consente? Na maioria das vezes sim, entendam como quiserem. O departamento de Saúde é o campeão de reclamações, mas isso é só o reflexo da gestão atual, a pior das últimas décadas. Entre escândalos, desvios, processos e denúncias, esse sofrido e interminável mandato vai chegando ao fim e, conforme as novas eleições se aproximam, tudo vai voltando a funcionar, cargos serão oferecidos, bocas que hoje reclamam serão caladas, loteamentos abandonados serão retomados, pontes caídas serão levantadas e tudo, absolutamente tudo o que esteve ruim durante 4 anos, será maquiado.

Sabe o que é pior? Isso talvez funcione, pois como diz o ditado: “brasileiro tem memória curta.”

Porque a prefeitura não responde? Simples, porque eles não estão em campanha. A sua reivindicação, ou a nossa denúncia só terá resposta nas vésperas das eleições, antes disso, nós não temos utilidade para eles. A receita do bolo é simples – evite o povo e então libere a verba. Te parece justo? Não, porque não é! Sabe quem poderia tomar medidas e acabar com esse esquema? Os vereadores, ou seja, pode ficar puto, pois a câmara é conivente com esse jogo político sujo.

Antes de me despedir, queria falar sobre um questionamento que me fizeram essa semana – “Gilson, não seria justo você falar também, sobre as coisas boas que a prefeitura faz?” Claro, eu adoraria falar sobre algo bom que essa administração fez, mas infelizmente não tem!

Para me justificar, usei o exemplo do parente mala que vem nos visitar e alguns dias depois já está deitado de cueca no sofá com o controle na mão.

A única coisa que você espera desse parente mala é que ele jogue a cueca suja no sexto de roupa, certo? Ele come, dorme e não ajuda em nada, pelo contrário… Daí, você, ao invés de reclamar, vai elogiar? Claro que não, jogar a cueca suja de merda no sexto de roupas sujas é o mínimo.

A administração atual é como esse parente mala, são pessoas que estão de visita na prefeitura sem fazer nada além de suas obrigações mínimas. Sinto muito, não dá pra elogiar alguém por estar jogando a cueca no sexto, ou seja, fazendo o minimo.

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DENÚNCIA no setor da Saúde

Muitas pessoas me procuram com “Denúncias” e “reclamações,” quase sempre relacionadas aos serviços públicos. O departamento campeão de reclamações é a Saúde, geralmente eu passo para algum vereador e dificilmente vou a fundo, pois na maioria, são reclamações infundadas. Mas dessa vez foi diferente, recebi uma denúncia tão bem redigida e explicada, que optei por publica-la na integra e também ceder espaço para a resposta da Secretária de Saúde de Novo Horizonte.

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Segue a mensagem que recebi por Whatsapp no último sábado, dia 06 de março:

“Bom dia Gilson, gostaria muito que você fizesse uma matéria sobre a decadência que se encontra o departamento de Saúde do nosso Município, vou listar alguns problemas começando pela UBS Santa Clara – O principal motivo da reforma e fechamento da mesma, foi o telhado, que além de não conter a chuva, também escorria água suja e fezes de pombos. A suspeita é que o material colocado na reforma foi de qualidade inferior ao licitado, daí veio a primeira chuva forte e choveu mais dentro do que fora.

Sobre o Centro de Saúde (postão) – Logo que começaram a cogitar uma reforma, a Secretária da Saúde, teve tempo hábil para planejar uma realocação correta dos funcionários, mas ao invés disso, improvisaram ambientes precários que estão estressando funcionários e pacientes. A reforma está paralisada, estão apenas pintando a faxada, detalhe, mesmo sem o prédio estar pronto, mesmo com todo aquele entulho que pode juntar escorpiões e acumular água parada. A intenção deles é maquiar a obra para receber mais dinheiro.

Sobre a UBS São Vicente – É lá que se encontra a “Sala de Vacina” onde estavam as insulinas perdidas por falta de energia e a “Farmácia” improvisada que mais parece uma lata de sardinha. Além disso, subindo a Avenida Cônego Alfredo Reith, tem um barracão que transformaram em “Depósito da Saúde,” detalhe, em dias quentes, lá dentro chega aos 40 graus e mesmo assim, guardam medicamentos e materiais de enfermagem que podem estragar, tais como pomadas, óleos medicinais e etc.

Sobre o Anexo – Também se encontra em reforma e o atendimento acabou sendo transferido para uma casa no cruzamento da rua Cesário de Castilho com a 7 de Setembro. Lá, improvisaram: Laboratório de Análises Clínicas, Vigilância Epidemiológica e Ambulância. A coleta de sangue é feita dentro de uma garagem que não tem se quer ventilador e a Vigilância Sanitária está dividindo espaço com a Junta Militar.

Sabe o que é pior, Gilson, na Secretária da Saúde, não aceitam sugestões. Muitos médicos, apenas pedem exames. O que se vê, são funcionários desmotivados e nervosos, falta de medicamentos, excesso de exames para serem feitos e principalmente falta de pessoas qualificadas. Tem mais gente mandando do que trabalhando.

Deixo aqui essas denúncias e espero ter ajudado no seu trabalho.”

A pessoa que me enviou esse relato prefere não ser identificada por motivos óbvios. Sendo assim, eu faço questão de me adiantar e deixar a próxima edição do NH News reservada para a resposta da Secretária de Saúde de Novo Horizonte, isso caso considerem pertinente esclarecer os assuntos que foram abordados aqui.

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A Democracia Caipira de NH

Não adianta teimar, no interior, o que prevalece é a vontade do “coroné.” Mas “péra-la” coronelismo é coisa do século XVIII, hoje temos prefeitos e vereadores! Pois é, mas, apesar dos “coronés” não nos governarem mais, eles ainda continuam influenciando os bastidores políticos, essa é a lei do Chicote, ou se preferir… a Democracia Caipira.

capa coronelismo

Coronelismo foi o nome dado para uma complexa estrutura de poder exercida por figuras de alta patente militar. Esse governo tinha como características o mandonismo, o filhotismo e principalmente o apadrinhamento. Essa época “nebulosa” ficou marcada pelas fraudes eleitorais e a desorganização dos serviços públicos. Estamos falando de quase 200 anos atrás uma época que historicamente acabou denominada “República Velha.”

O título “Coronel” emana poder, é imponente, e por isso, foi adaptado de forma honorária para denominar os antigos donos de fazendas pelo interior afora, principalmente os que concorriam à cargos políticos.

Durante as eleições municipais, os caudilhos pleiteavam seus votos com ameaças ou, os  comprando, oferecendo em troca sacolas de alimentos, remédios, segurança pessoal, vaga nos leitos do hospital e até dinheiro emprestado.

Pois bem, quase dois séculos depois ainda vivemos os resquícios do Coronelismo e abusando da licença poética, apelidei de “Democracia Caipira,” afinal, é latente o quanto, nós, caipiras de Novo Horizonte, ainda “babamos ovos” para herdeiros dos antigos “coronés,” e não só na sociedade, principalmente nas repartições publicas. O senso comum nos ensina que, “rico” é sinônimo de competência e “pobre,” sinônimo de conivência.

Além disso, reparem, durante as eleições, o bom candidato sempre é o rico, o fazendeiro bondoso, aquele que ajuda a igreja, que gera empregos, leitos de hospital, remédios e até empresta dinheiro… ou seja, ele vive, o velho “coroné.” A diferença é que agora, ao invés de bradar palavras de ordem, usam discursos ultra conservadores e cristãos que no fim das contas, dá no mesmo!

Reza a lenda que, alguns anos atrás em uma pequena cidade do interior, um “coroné” que empregava a maioria dos moradores do lugarejo, subiu no palanque e ameaçou:

“Se vocês elegerem o pobre, eu fecho a fábrica!”

Porque será que o delito do rico não nos revolta tal como o delito do pobre? Porque o filho drogado do rico é “dependente químico” e o filho do pobre o “Nóia?” Porque o filho desempregado do rico é chamado de estudante e o do pobre, vagabundo?

Na minha opinião, essa submissão esta impregnada em nós, é hereditária. Veja o caso do nosso prefeito por exemplo, todos os seus bens estão bloqueados pela justiça, responde dezenas de processos, deixou a cidade abandona, se quer aparece na prefeitura, mas está lá, de boa, afinal, é rico!

Dizer amém a essa hierarquia não é só burrice, é ainda pior, estamos sustentando a herança maldita dos tempos dos “coronés,” pois, a maioria dos eleitores, nós, estamos sempre esperando algo em troca de seus votos, seja um favor, um emprego, um remédio, um leito no hospital, um dinheiro emprestado… Sacou? Somos nós, os pobres que mantemos viva a figura do “coroné.” quer uma prova? É só reparar quem vai pagar a conta da reforma da previdência. O que nos mata coletivamente não são os ricos e sim, a nossa falta de consciência de classe.

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No cartório civil, ser feliz custa só 30 reais

Você tem um tempinho para falar de amor? Pergunto porque é um assunto que aparentemente não faz parte dessa geração, as redes sociais vem ocupando todo nosso tempo livre, e, não que eu seja contra novas tecnologias, mas parece que o pessoal anda transando pouco. Transar faz bem, sabe? Nos deixa mais confiantes e carismáticos. Mas nas redes sociais parece que o pessoal não transa, tem gente tão à flor da pele, que até beijo de novela já faz chorar…

capa cartorio

“Ah Gilsão, que papo de amor é esse? Você também mete o loco nas redes sociais…” Concordo, não quero me isentar, sei que muitas vezes pareço incisivo nas minhas publicações, mas a verdade é que isso é puro marketing, tá? Sou uma pessoa que valoriza o diálogo, odeio violência e tenho medo de armas.

Impor minha opinião, é apenas a forma que encontrei para conseguir gritar tão alto quanto os velhos formadores de opinião da nossa cidade, aqueles que detém a maquina pública e consequentemente o poder de manipular o povo. Veja bem, estou enfrentando pessoas que ganham muito dinheiro, é uma luta desigual, mas as vezes consigo gritar tão alto quanto eles.

Desde que os Smartfones se popularizaram e as redes sociais tornaram-se as nossas principais distrações; pessoas como eu, conquistaram notoriedade, afinal, a moda é estar antenado. Não importa onde, o negócio é saber o que o outro esta fazendo e claro, julgar o próximo. A rede social acabou se tornando um grande tribunal e só de estar lá, você já é réu.

Navegue num dia feliz e tudo o que verás será brando. Navegue com raiva e tudo potencializará sua carga negativa, mas cuidado, se estiver em um dia triste, não navegue! Fuja, as chances de você ficar ainda mais triste são enormes. Rede social é o lugar onde o gramado do vizinho sempre será mais verde, onde podemos trucar no facão sem perder tento. Alguns “likes” podem até nos dar uma breve sensação de conforto, mas é cilada, lembre-se: você está o tempo todo sendo vigiado e por trás de cada Smartphone tem um juiz pronto para condena-lo.

Mas acalma-se, nem só de maldade vive as redes sociais – Um belo dia me perguntaram se eu já havia visto as foto dos recém casados no Facebook do cartório. Curioso, procurei e achei a foto do meu cunhado e sua esposa, já emocionado, continuei navegando e vi fotos de outros casais, cara, tinha de tudo, jovens, idosos, gordos, magros, gravidas, casais com filhos, casais gays… foi lindo, fiquei emocionado, juro!

Em comum, todos aqueles casais carregavam um sincero brilho nos olhos que aliviava os sorrisos encabulados, era nítido a presença do amor e o rascunho de esperança de uma possível união eterna.

Comigo foi amor a primeira vista, a página do Cartório de registro civil de Novo Horizonte tem mais de 5 mil seguidores e é com certeza, o lugar mais apaixonante das redes sociais. Acompanhe, acredito que fará seu dia melhor. As fotos dos recém casados são publicadas todas as sextas feiras e hoje, já tornaram-se lindas mensagens de amor e esperança contradizendo os tempos de cólera. Para mim o recado é bem claro: o ódio jamais vencerá o amor!

Ame mais, transe mais e CASE-SE MAIS… No cartório isso custa apenas 30 reais.


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*As fotos publicadas nessa matéria pertencem ao Cartório de Registro Civil de Novo Horizonte

Porque o dinheiro público vale menos em NH?

Por mais que eu economizei, esse mês meu dinheiro evaporou, 500 foi pro financiamento da casa, 400 ficou no mercado, 300 de água e luz, 150 de IPTU, 500 de IPVA, rapaz… só me sobrou 150 reais. Esse mês, nada de churrasco, vamos economizar ao máximo, afinal, ganhar esse dinheirinho não está senda nada fácil, viu?

materia grupo

Existem poucas formas lícitas de se ganhar dinheiro sem se esforçar. Na maioria das vezes nosso dinheirinho só chega no bolso depois de muito esforço, não? Precisamos ralar muito no sol ou no escritório, não importa, o fato é que, para a maioria dos brasileiros, ganhar um salário digno é muito sofrido.

E na hora de gastar? Pois é, uma coisa é ganhar, outra é gastar. Alguns anos atrás ouvi um podcast produzido por Luciano Pires no Café Brasil, onde ele, em poucas palavras explicava por que o dinheiro publico vale menos que o dinheiro privado.

Luciano usou um artigo escrito por Milton Friedman, um economista norte-americano que ganhou o Nobel em 1976. Milton explicou as “Quatro Formas de Gastar Dinheiro,” é incrível como vai nos ajuda a entender o que acontece em Novo Horizonte. Veja só.

Primeira forma: Gastando nosso próprio dinheiro com nós mesmos – É claro, vamos querer sempre a melhor relação custo-benefício sem desperdiçar nem uma migalha, sempre tentando economizar e obter o máximo possível com o mínimo de dinheiro.

Segunda forma: Gastando o nosso dinheiro com outra pessoa – Calculamos o valor do gasto em relação à importância e merecimento da pessoa e aos nossos objetivos para com ela. Se compensar, ok, caso contrário, cautela.

Terceira forma: Gastando o dinheiro de outra pessoa conosco – Aí não tem limite. O dinheiro não é meu! Quero o melhor possível, sem me preocupar com relação custo x benefício.

Quarta forma: Gastando o dinheiro dos outros com os outros – Veja bem, não é o meu dinheiro e quem será beneficiado não serei eu! Então, dane-se, gasto de qualquer jeito. Ou então do jeito que me representar algum ganho.

Sacou? Gastar nosso dinheiro conosco; nosso dinheiro com outros; o dinheiro dos outros conosco e o dinheiro dos outros com os outros.

Onde é que você acha que um gestor público ou um político se encontra? É claro, no item quatro: gastar dinheiro dos outros, com os outros. De que jeito? De forma a obter algum ganho, normalmente poder, votos ou propina. Entendeu porque os serviços prestados pela prefeitura são tão caros e ineficientes?

Se você é um servidor público honesto e trata a maquina pública com zelo, economizando e respeitando o dinheiro do contribuinte, esse artigo é só um estímulo para que você denuncie os servidores público vagabundos, ladrões e desonestos que gastam o nosso dinheiro sem responsabilidade.

Agora, se a carapuça lhe serviu, pode ficar invocado, é de você mesmo que gasta 140 mil em um show que vale 30 que eu estou falando.

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